O uso dessa palavra para descrever um visitante, ou residente, oriundo de outro país sempre me pareceu ser a prova de que o estereótipo que alguns fazem da América Latina é justificado.

Compartilhe

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

O “X” da Questão

Conselhos que todo Investidor Internacional deveria ouvir ao Investir no Mercado Imobiliário Brasileiro

Sou Gringo… e agora?

Eu particularmente nunca gostei muito da expressão “gringo”. O uso dessa palavra para descrever um visitante, ou residente, oriundo de outro país sempre me pareceu ser a prova de que o estereótipo que alguns fazem da América Latina é justificado. E querem saber do que mais? É justificado sim!

Em um primeiro momento pode-se até considerar radical, mas a segurança com que sustento a minha afirmação é resultado da experiência acumulada ao longo de mais de uma década atendendo em meu escritório investidores estrangeiros.

Obviamente, não me refiro à totalidade da população brasileira, até mesmo porque estaria sendo, nas palavras do saudoso jornalista e escritor Nelson Rodrigues, um “burro”, pois ele já afirmara que “toda a unanimidade é burra”.

Não, não somos todos assim, uma boa parcela da sociedade brasileira já se coloca em posição de natural igualdade com qualquer estrangeiro, tratando-o com o mesmo respeito e consideração dispensados aos nossos compatriotas.

Mas, ainda assim, continuo a receber diariamente em meu escritório investidores internacionais trazendo estórias de desonestidade e trapaça praticadas por profissionais das mais diversas áreas, tais como: engenheiros, arquitetos, gerentes de banco, operadoras de câmbio, corretores de imóveis, advogados, entre outros, todos valendo-se do desconhecimento por parte dos estrangeiros em geral das nossas leis, do nosso idioma, da nossa realidade, da nossa cultura, para assim obter vantagens indevidas.

O amigo leitor poderia então dizer: “mas esses indivíduos cometem desonestidades tanto com estrangeiros como com brasileiros”. Certamente, mas a diferença primordial nesse caso é que o estrangeiro, devido a sua condição, possui uma fragilidade que não encontra paralelo no nacional, o que facilita imensamente a prática dessas ações desonestas.

Sim, pois na maioria das situações corriqueiras da condução do negócio imobiliário, basta que o investidor se apresente falando idioma estrangeiro, ou então, falando o português com sotaque de outro país, para que os preços dos produtos e serviços envolvidos automaticamente sofram injustificável aumento, isso sem falar das constantes tentativas de ludibriar-lhes com histórias que nada tem de conexão com a sua necessidade, e que normalmente vêm disfarçadas de “ajuda” ao estrangeiro que desconhece “como se faz as coisas por aqui”.

Diante desse quadro, a experiência adquirida no trato dos assuntos dos clientes nos demonstra que a forma mais eficaz do investidor internacional evitar esses riscos, é contratar uma assessoria profissional, onde ele poderá contar com profissionais brasileiros que atuam com o único objetivo de garantir um ambiente seguro para seus investimentos, focados exclusivamente na defesa dos seus melhores interesses.

Ricardo Fortuna
CEO – Fortuna

Confira todos os posts da série: O "X" da Questão

O "X" da Questão

Se eu fosse você não investiria no Brasil

Iremos abordar aqui os erros mais comuns que os investidores internacionais cometem no Brasil, e os conselhos que todos deveriam escutar, mas por hora vamos apenas explicar o porquê do título desse artigo.

O "X" da Questão

Não economize tostão gastando milhão

Recebi em meu escritório investidores estrangeiros que apresentavam situações jurídicas, tributárias, e até mesmo criminais, gravíssimas por decorrência de erros cometidos na condução de seus negócios no Brasil.

O "X" da Questão

Não confunda Consultor com Corretor

Um dos erros mais comuns que observo nos investidores estrangeiros que procuram o Brasil para adquirir imóveis é tratar o profissional de corretagem como um consultor de investimentos.

Tamanho não é Documento
O "X" da Questão

Tamanho não é Documento

Ao optar pela contratação de uma assessoria no Brasil, deve o investidor internacional observar se essa empresa proporciona ao seu cliente um atendimento personalizado, entendendo que cada cliente é um cliente único com necessidades peculiares.

Últimas Palavras
O "X" da Questão

Últimas palavras

A série “O X da Questão” é o resultado da compilação dos casos mais recorrentes envolvendo investidores internacionais ao longo desses 20 anos de atuação.

Shape

Consultoria Legal e Gestão de Patrimônio para o
Investidor Internacional no mercado imobiliário brasileiro