Parece que o clima tropical provoca um estranho efeito em alguns estrangeiros vindos do Hemisfério Norte.

Compartilhe

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

O “X” da Questão

Conselhos que todo Investidor Internacional deveria ouvir ao Investir no Mercado Imobiliário Brasileiro

A Síndrome do chapéu Panamá

Parece que o clima tropical provoca um estranho efeito em alguns estrangeiros vindos do Hemisfério Norte.

Pois se lá em seus países são cidadãos-modelo, cumpridores das leis, basta que atravessem o Trópico de Capricórnio para, então, abruptamente, se transformarem em corruptos, desonestos, sem qualquer ética ou moral.

Particularmente, classifiquei essa estranha atitude como a “Síndrome do Chapéu Panamá”.

Essa indumentária ganhou notoriedade mundial quando o então presidente americano, Theodore Roosevelt, viu-se obrigado a visitar aquele país da América Central de mesmo nome, por ocasião das obras de construção do seu famoso canal.

Havendo a necessidade de proteger-se das altas temperaturas típicas dos países abaixo da linha do Equador, o Sr. Roosevelt fazia uso constante desse chapéu.

Por muito tempo, atrelou-se a imagem do estrangeiro nos trópicos com o uso desse acessório, que hoje em dia não é mais tão comum assim, à exceção de foliões de blocos carnavalescos, e uns outros tantos que insistem no seu uso.

O que particularmente acho uma pena, pois além de fato proteger das altas temperaturas típicas do nosso país, o uso do chapéu Panamá ajuda muito àqueles (que como eu) não contam mais com tantos cabelos para proteger a pele da cabeça.

Já tive a oportunidade de atender no escritório alguns clientes acometidos por essa “enfermidade tropical”, onde pude observar que todos apresentavam invariavelmente o mesmo sintoma, sofriam de sérios problemas jurídicos.

A “doença” tem sua origem mesmo antes de aportarem nos trópicos.

O que ocorre é que, ao chegarem no país, já trazem consigo a intenção de serem desonestos, de compactuar com a corrupção, de arrumar um “jeitinho” pra tudo, pois é justamente aí que acabam por se tornar vítimas fáceis nas mãos daqueles que se dedicam “profissionalmente” a enganar estrangeiros.

De certo, meu amigo leitor, que o Brasil ainda possui um sistema irritantemente burocrático, que de fato estimula a corrupção em todos os seus níveis.

Mas não há fórmulas mágicas, não há soluções rápidas. A empresa de consultoria que de fato proporciona ao investidor estrangeiro um ambiente seguro e confiável não tenta “vender” essas soluções, mas sim se propõe a trabalhar para conduzir da melhor forma possível o negócio do cliente por esse universo conturbado.

Portanto, não se deixe “contaminar” por opiniões preconceituosas, por antigos conceitos de que o Brasil funciona assim, ou coisas do gênero.

Tenha aqui a mesma postura que tem no seu país de origem, que garanto que os seus negócios serão sempre seguros e bem-sucedidos.

Ricardo Fortuna
CEO – Fortuna

Confira todos os posts da série: O "X" da Questão

O "X" da Questão

Se eu fosse você não investiria no Brasil

Iremos abordar aqui os erros mais comuns que os investidores internacionais cometem no Brasil, e os conselhos que todos deveriam escutar, mas por hora vamos apenas explicar o porquê do título desse artigo.

O "X" da Questão

Não economize tostão gastando milhão

Recebi em meu escritório investidores estrangeiros que apresentavam situações jurídicas, tributárias, e até mesmo criminais, gravíssimas por decorrência de erros cometidos na condução de seus negócios no Brasil.

O "X" da Questão

Não confunda Consultor com Corretor

Um dos erros mais comuns que observo nos investidores estrangeiros que procuram o Brasil para adquirir imóveis é tratar o profissional de corretagem como um consultor de investimentos.

Sou Gringo e agora?
O "X" da Questão

Sou Gringo

O uso dessa palavra para descrever um visitante, ou residente, oriundo de outro país sempre me pareceu ser a prova de que o estereótipo que alguns fazem da América Latina é justificado.

Tamanho não é Documento
O "X" da Questão

Tamanho não é Documento

Ao optar pela contratação de uma assessoria no Brasil, deve o investidor internacional observar se essa empresa proporciona ao seu cliente um atendimento personalizado, entendendo que cada cliente é um cliente único com necessidades peculiares.

Últimas Palavras
O "X" da Questão

Últimas palavras

A série “O X da Questão” é o resultado da compilação dos casos mais recorrentes envolvendo investidores internacionais ao longo desses 20 anos de atuação.

Shape

Consultoria Legal e Gestão de Patrimônio para o
Investidor Internacional no mercado imobiliário brasileiro